Tua coxa em minha coxa Tua boca em minha coxa Tua língua em minha boca Tua coxa em minha boca Tua língua em minha coxa Tua coisa em minha boca Tua boca em minha coisa Tua coisa em minha coisa Tua língua em minha coisa Tua coisa em minha coxa Tua boca em minha língua Tua boca em minha boca
3.24.2010
Disfarce
Quero ser boneca na tua mão Boneca de pano Boneca qualquer Brinquedo disfarçado de mulher Pronto a abrir as pernas Na hora que você quiser
Poemeto explícito
Quero engolir teu pau Até o talo Quero beber teu leite No gargalo
A morte do spleen
Fico imaginando O tamanho do escândalo Mamãe abre a porta E a filhinha tá morta Mas não liga não É só evasão Matar-se pra quê? Melhor esquecer Tá ultrapassado Bancar o coitado O Mártir altivo Já foi destronado Engulo o desgosto A vida é assim Desenho o teu rosto E fujo de mim Façamos um brinde À morte do spleen
2.22.2010
Solutio
Seja realista E se olhe no espelho Está se tornando Um cubo de gelo Até seu sorriso É mero esboço Tua pele gelada Já toca o osso Seja realista E encare a verdade Roubaram de ti Toda a felicidade Não tem mais dinheiro Não tem mais motivo Até as canções Já não são regozijo Acorda, meu caro Acaba com isso Faz morrer o velho Faz vir o início Da tua vida nova Da tua nova vida Tua grande jornada Dourada e comprida.
2.12.2010
Matilha
Família é uma ilha Sem ter como escapar Água aqui Água acolá Sem barco pra navegar Ilha de terra Mãe Terra Terra: elemento do touro Touro, vaca Vaca, leite Leite, mãe Mãe, família Ilha Ora comédia Ora guerrilha
Ouço os ganidos da matilha.
1.26.2010
Cópula
Oswald que me perdoe Mas eu gosto é de uma rima Você embaixo Eu em cima
1.14.2010
Zyklon B
EINS ZWEI DREI VIER Tira o pijama Entra na fila
DREI VIER EINS ZWEI Judeu que aqui entra Nunca mais sai